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Critérios para alta em CTI

 

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Olá amigos e leitores, você sabe quais os critérios para alta em CTI? Vamos abordar esse tema nessa postagem.

Vamos conferir!

Critérios para alta em CTI

O momento da alta deve ser, preferencialmente, durante o dia, para facilitar as condições de transporte e

admissão no setor de destino.

Consideram-se indicações para unidade semi-intensiva:

Necessidade de monitorização e cuidadoso em intervalos inferiores a 4 horas;

Recursos não-rotineiros: necessidade de recursos humanos ou técnicos que não estão disponíveis

em outros setores;

Condição clínica com risco de deterioração e indicação de na Unidade Intensiva dentro de 24

horas;

Necessidade de ventilação não-invasiva, com estabilidade clínica

Necessidade de suporte hemodinâmico com utilização de, no máximo uma droga vasoativa, em dose

fixa ou decrescente, com finalidade de manutenção ou redução de níveis pressóricos.

Tratamento de arritmias agudas sem repercussão hemodinâmica (fibrilação/flutter ou outras

taquiarritmias atriais).

Na ocasião da alta do CTI, o médico deve considerar, também, os principais critérios de readmissão no

CTI, para avaliar se o momento de alta é adequado:

Pós-parada cardiorrespiratória;

Necessidade de reabordagem cirúrgica;

Complicação pós-operatória de neurocirurgia;

Sepse;

Complicações pulmonares (hipoxemia, higiene pulmonar inadequada, pneumonia e insuficiência

ventilatória);

Alterações cardíacas (arritmias, insuficiência cardíaca congestiva e parada cardíaca);

Hemorragia digestiva alta;

Déficit neurológico novo.

Escala SWIFT

Pode-se usar a escala SWIFT (Stability and Workload Index for Transfer), de maneira objetiva, como critério de alta da UTI pelo risco de reinternação, para orientar as estratégias de cuidado. Sabe-se que as readmissões precoces (< 48 horas) e as mortes inesperadas após a alta (< 7 dias) são eventos ainda frequentes, apesar da melhora na qualidade assistencial, e que quase 10% dos pacientes de CTI estão em risco de readmissão.

A indicação de alta da unidade de terapia intensiva deve ser revista diariamente, e pode se basear em 2 princípios: Quando o paciente não necessitar mais de cuidados intensivos, e/ou quando não se beneficiar dos cuidados intensivos.

Considera-se o paciente apto à observação em unidade com nível de cuidado intermediário ou básico quando o status

fisiológico do paciente estiver estabilizado e a necessidade de monitorização e cuidados intensivos não forem mais necessários, ou quando o status fisiológico do paciente sofrer deterioração e mais nenhuma intervenção seja planejada (alta para semi-intensiva).

De modo geral, a alta deve obedecer critério oposto à internação, com correção ou estabilização do fator que motivou a internação nessa unidade – necessidade de cuidado e monitorização contínuos. Os principais fatores desse contexto são: idade, sexo masculino, motivo e tempo de internação, unidade de origem, escore Apache II e presença de disfunção renal.

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Imagem capturada no território livre da internet, sem autoria.

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E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Gênesis 1:26

Beijos imensos no coração!




 

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