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Métodos anticoncepcionais

Ola pessoas,antes de tudo quero pedir desculpas pois tenho andado meio ausente,muito muito atarefada, sem tempo,eu sei que tenho que me dedicar mas ao blog mas é falta de tempo mesmo,tenho ate postagens pronta,mas nem estou conseguindo publica-las,desculpem mesmo!Bom agora vamos ao que interessa,uma boa postagem e eu sei bem que essa postagem vai dar o que falar,por isso vamos começar bem do comecinho mesmo,nesse caso nos métodos anticoncepcionais,criar, educar e sustentar uma criança é uma responsabilidade muito grande,não e uma tarefa fácil de se cumprir você não acha?Portanto,quem não quer correr o risco de uma gravidez, precisa utilizar algum método anticoncepcional ou contraceptivo. Todo casal deve conversar claramente sobre como evitar gravidez. E isso precisa ser feito antes da primeira relação sexual. Depois, pode ser tarde demais.
É a mulher quem fica grávida, mas ela não engravida sozinha não e mesmo?! A responsabilidade é então dos dois.Antes de qualquer coisa,é preciso consultar um ginecologista. Se o parceiro puder estar presente,melhor. O médico explicará os métodos e dará a orientação necessária. A chega de blablablá a postagem e grande vamos logo aos métodos anticoncepcionais!

Os métodos anticoncepcionais podem ser divididos em: 
Comportamentais
Barreira
Dispositivo intra-uterino (DIU)
Métodos hormonais
Métodos cirúrgicos.

Métodos comportamentais
Abstinência
Evitar o ato sexual com penetração.

Método da tabelinha (ou calendário)
Consiste em não ter relação sexuais no período fértil, Portanto, só da certo para mulheres que tem o ciclo menstrual bem regular.
Para determinar o dia provável da ovulação, primeiro a mulher tem de saber direito qual é seu ciclo e se ele é bem regular. Para isso, deve anotar, por oito meses, pelo menos, o dia do início da menstruação.  A ovulação ocorre, aproximadamente, 14 dias antes da próxima menstruação.
A mulher deve anotar em um calendário (na sua “tabela”) o primeiro dia do ciclo. Se ela menstrua de 28 em 28 dias, a ovulação deverá ocorrer no 14º dia – esse é o dia mais fértil. E não deve ter relações sexuais nos quatro dias anteriores e nos quatro dias posteriores à ovulação.
É preciso muito cuidado, o método da tabelinha falha com frequência!

Temperatura basal
Consiste em,após a ovulação, a temperatura basal aumenta entre 0,3 e 0,8o C (ação da progesterona).Dai então deve-se medir a temperatura oral, durante 5 minutos, pela manhã (após repouso de no mínimo 5 horas) antes de comer ou fazer qualquer esforço, e anotar os resultados durante dois ou mais ciclos menstruais. Esse procedimento deve ser realizado desde o primeiro dia da menstruação até o dia em que a temperatura se elevar por 3 dias consecutivos.
Depois de estabelecer qual é a sua variação normal, e o padrão de aumento, poderá usar a informação, evitando relações sexuais no período fértil.
Portanto esse método, não é recomendados para quem realmente deseja evitar a gravidez!

Método do Muco Cervical (Billing)
Consiste na identificação do período fértil pelas modificações cíclicas do muco cervical, observado no auto-exame e pela sensação por ele provocada na vagina e vulva. A observação da ausência ou presença do fluxo mucoso deve ser diária. O muco cervical aparece cerca de 2 a 3 dias depois da menstruação, e inicialmente é pouco consistente e espesso. Logo antes da ovulação, ele atinge o chamado "ápice", em que fica bem grudento.
Testa-se colocando o muco entre o indicador e o polegar e tentando-se separar os dedos. É necessária a interrupção da atividade sexual nesta fase, permanecendo em abstinência por no mínimo 4 dias a partir do pico de produção, período em que se inicia o período infértil novamente.
Esse método exige observação!

Coito interrompido
Consiste  na capacidade do homem em pressentir a iminência da ejaculação e neste momento retirar o pênis da vagina.
Esse de fato deve ser desencorajado!

 Métodos de Barreira
Estes métodos impedem a ascensão dos espermatozoides ao útero, sendo fundamentais na prevenção das DST e AIDS.

Camisinha masculina
Quase todas as pessoas podem usar; protege contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS; previne doenças do colo uterino; não faz mal a saúde; é de fácil acesso.
A camisinha masculina é um envoltório de látex que recobre o pênis, retendo o esperma no ato sexual, impedido o contato deste e de outros microrganismos com a vagina e o pênis ou vice-versa.
Uso da camisinha masculina:
Depois de retirá-la da embalagem, deve-se apertar a pontinha (dando uma leve torcidinha) para evitar que fique com ar porque, se ficar com ar, ela pode estourar com mais facilidade. Lembre-se que o pênis deve estar ereto (duro).
Segurando a ponta apertada ir desenrolando a camisinha sobre o pênis até chegar à base. Depois de desenrolar até a base evite ficar passando a mão, pois pode retirar o lubrificante e fazer com que a camisinha estoure com mais facilidade. Agora está tudo pronto para se ter uma relação sexual protegida.
Deve ser retirada do pênis imediatamente após a ejaculação, segurando as bordas da camisinha para impedir que os espermatozódes escapem para a vagina.
É um método que consiste em proteção e baixo custo!

A camisinha feminina 
Um tubo de poliuretano com uma extremidade fechada e a outra aberta acoplado a dois anéis flexíveis também de poliuretano na cervice uterina, paredes vaginais e vulva. O produto já vem lubrificado devendo ser utilizado uma única vez, destacando-se que o poliuretano por ser mais resistente que o látex pode ser utilizado com vários tipos de lubrificantes.
Uso da camisinha feminina:
Retirar da embalagem somente na hora do uso. Flexionar o anel de modo que possa ser introduzido na vagina. Com os dedos indicador e médio, empurrar o máximo que puder, de modo que fique sobrando um pouco para fora, o que deve permanecer assim durante a relação. Retirar logo após a ejaculação, rosqueando o anel para que não escorra o líquido seminal para dentro da vagina.

Diafragma
É um anel flexível, coberto por uma membrana de borracha fina, que a mulher deve colocar na vagina, para cobrir o colo do útero. Como uma barreira, ele impede a entrada dos espermatozódes, devendo ser utilizado junto com um espermicida, no máximo 6 horas antes da relação sexual. A adesão da paciente depende da utilização correta do dispositivo. A higienização e o armazenamento corretos do diafragma são fatores importantes na prevenção de infecções genitais e no prolongamento da vida útil do dispositivo. Por apresentar vários tamanhos (de acordo com o tamanho do colo uterino), deve ser indicado por um médico para uma adequação perfeita ao colo uterino. Deve ser usado com espermicida.
Recomenda-se introduzir na vagina de 15 a 30 minutos antes da relação sexual e só retirar 6 a 8 horas após a última relação sexual de penetração.

Esponjas e Espermicidas
As esponjas são feitas de poliuretano, são adaptadas ao colo uterino com alça para sua remoção e são descartáveis (ao contrário do diafragma), estão associadas a espermicidas que são substâncias químicas que imobilizam e destroem os espermatozoides, podendo ser utilizados combinadamente também com o diafragma ou preservativos.
Existem em várias apresentações de espermicidas: cremes, geleias, supositórios, tabletes e espumas.

Dispositivo Intra-Uterino (DIU)
Os DIUs são artefatos de polietileno, aos quais podem ser adicionados cobre ou hormônios, que são inseridos na cavidade uterina exercendo sua função contraceptiva. Atuam impedindo a fecundação, tornando difícil a passagem do espermatozoides pelo trato reprodutivo feminino.
Eficácia altíssima raramente ocorre  gravidez!

Métodos hormonais
Anticoncepção Hormonal
Anticoncepcional Hormonal Combinado Oral (AHCO)
O AHCO consiste na utilização de estrogênio associado ao progesterona, impedindo a concepção por inibir a ovulação pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Também modifica o muco cervical tornando-o hostil ao espermatozoide, altera as condições endometriais, modifica a contratilidade das tubas, interferindo no transporte ovular.
Idealmente, a pílula só deve ser tomada depois de se fazer um exame médico completo em um ginecologista, que receitará a mais adequada para cada caso.

Pílula pós-coito ou pílula do dia seguinte
A anticoncepção de emergência é um uso alternativo de contracepção hormonal oral (tomado antes de 72 horas após o coito) evitando-se a gestação após uma relação sexual desprotegida. Este método só deve ser usado nos casos de emergência, ou seja, nos casos em que os outros métodos anticoncepcionais não tenham sido adotados ou tenham falhado de alguma forma, como esquecimento, ruptura da caminsinha, desalojamento do diafragma, falha na tabelinha ou no coito interrompido, esquecimento da tomada da pílula por dois ou mais dias em um ciclo ou em caso de estupro. Este contraceptivo contém o levonorgestrel, que é um tipo de progesterona. O levonorgestrel previne a gravidez inibindo a ovulação, fertilização e implantação do blastocisto.
Um tablete original contém dois comprimidos. O primeiro comprimido deve ser tomado no máximo 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual desprotegida (nunca após esse prazo). O segundo deve ser tomado 12 horas após o primeiro. Se ocorrer vômito, a dose deve ser repetida.
É importante esclarecer que essas não são pílulas de aborto e não causam aborto, e elas não ajudarão se a mulher já estiver grávida.

Injetáveis
Os anticoncepcionais hormonais injetáveis, contém progesterona ou associação de estrogênios, para administração parenteral ou IM(intra-muscular), com doses hormonais de longa duração.
Consiste na administração de progesterona isolada, via parenteral (IM), com obtenção de efeito contraceptivo por períodos de 1 ou 3 meses, ou de uma associação de estrogênio e progesterona para uso parenteral (IM), mensal.

Implante hormonal
Micro bastão de hormônio sintético similar à progesterona, que é implantado no antebraço (com anestesia local) e inibe a ovulação. Dura três anos.

Anel vaginal
O anel vaginal contendo Etonogestrel e Etinilestradiol é colocado na vagina no 5º dia da menstruação, permanecendo nesta posição durante três semanas.

Adesivo anticoncepcional
O adesivo anticoncepcional que deve ser colado na pele, em diversos locais do corpo, permanecendo na posição durante uma semana.


Métodos cirúrgicos.

Laqueadura tubária 
A esterilização (laqueadura tubária) um método contraceptivo cirúrgico e definitivo, realizado na mulher através da ligadura ou corte das trompas impedindo, o encontro dos gametas masculino e feminino.
Laqueadura por ligadura (abaixo) ou corte (acima) das tropas de Falópio.

Vasectomia
 A esterilização (vasectomia) consiste no corte dos canais deferentes,realizado no homem, o que impede a presença dos espermatozoides no líquido ejaculado.

Quando houver indicação de contracepção cirúrgica masculina e, principalmente, a feminina deve ser baseada em critérios rígidos, observando-se a legislação vigente.
Enfim,ter filhos é uma decisão muito séria,por isso converse com seu parceiro ou a parceira  e se façam essa pergunta:"Queremos mesmo ter filho agora?"

Na verdade minha intenção a respeito desta postagem era de citar os métodos anticoncepcionais existentes mas,o site no qual tive referencias estava tão completo que eu não poderia deixar de menciona-lo,dar créditos e postar aqui o seu link.E é isso que vou fazer!Então quem tiver o interesse de se aprofundar mas no assunto,segue o site só biologia
Deixo você com beijos enormes,gigantescos no coração!

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